Voltando ao planeta Terra

Não, eu  não estava fora de nosso planeta. Estava apenas tentando colocar as coisas em ordem para enfim, entrar nas minha merecidas férias escolares. Faltam três períodos e duas matérias para ajustar as contas com a faculdade e me formar.

Dezembro de 2009 está aí, apesar de minha namorada insistir em dizer que chega 2020 mas não chega dezembro de 2009, ainda penso que está mais próximo que imagino. Também pudera, dois anos e meio de estudos, noites mal dormidas, fins de semana e feriados perdidos e um pouquinho de malandragem (ninguém é de ferro né) fazem parte do contexto.

Terça entrei de férias. Finalizei o período com uma amarga prova de Administração. Ufa!!! Ainda bem que já havia passado porque literalmente a prova tava digamos, “osso”.

Pretendo nessas férias colocar algumas coisas em ordem. Não irei definitivamente abandonar os livros porque tenho algumas missões a cumprir nesses próximos vinte e poucos dias de barriga pra cima. Isso em tese, porque férias do trabalho mesmo só em agosto, primeira quinzena. Muitos devem se perguntar que maluco é esse que tira férias em agosto, após as férias escolares. Bem, a resposta é simples: Não tive competência em me casar e por isso não tenho precedência na escolha dos períodos de férias escolar vez que não tenho nenhuma prole pra tratar. Os casados nessa hora ficam no lucro.

Esse primeiro semestre de 2008 foi diferente de tudo que já passei nessa vida. Nunca gastei tanto com minha saúde. No início foi um maldito cálculo renal. Esse filho de uma boa pedra literalmente me derrubou. Fiz uma cirurgia e aparentemente estou bem. Ao menos não senti nenhuma cólica. Quando achei que as coisas iriam voltar à sua normalidade, “rá” (me permita Viviane),  um Aedes Aegypti entrou por alguma fresta de minha janela e cometeu o crime. Foram mais de quinze dias na pior. É uma merda essa tal de dengue. Não tem como descrever isso. Mas como desgraça pouca é bobagem, após trabalhar durante todo o período dengoso, pois só diagnosticaram a doença no final, resolvi chutar o balde. Visitei um dentista e ranquei meus cisos. Acho que isso vai dar um livro. Mais duas semanas com o rosto inchado e doendo. Olha que foram só os do lado esquerdo, faltavam mais dois. Após três semanas, visitei a dentista e com a cara os dentes e a coragem extraí os que faltavam, esperando aquela agonia novamente. Pasmem, foi tudo tranquilo até demais. Enfarado de antibióticos, anti-inflamatórios e analgésicos, passei pela prova dos nove. Estava tudo na perfeita ordem, mas…  tem jeito não, tinha que fechar o semestre com mais um enguiço pra completar a “veiêira”. Meu joelho esquerdo estourou. Tô parecendo o C3PO andando. O coitado não dobra nem a base de “reza braba”. Agora tô aqui, só no gelo e na esperança de ficar bom logo.

Enquanto curto essa tendinite, acredito ser por causa de minhas corridas, tirei dois dias pra estudar umas coisas aqui e efetuar uns testes. Primeiro detonei meu Hardy após instalar o drive da minha placa de vídeo. Essa história toda pode ser conferida aqui. A VIA resolveu vestir a camisa e está melhorando seus drives para o Linux. Até que ficou mais ou menos, mas falta muito ainda. Após instalar  detectei que vídeos não rodavam. Aí me perguntei se vale a pena ter um sistema aleijado. Pra desinstalar é uma barbada, roda-se o comando e o sistema retorna com a última configuração do Xorg. Até aí tudo bem, mas como sou distraído, acabei alterando as configurações do mesmo e não consegui fazer a criança voltar ao normal.

Aproveitando essa bobagem, resolvi radicalizar. Não pensem que abandonei o barco. Jamais farei isso, pelo menos não tenho essa intenção. Após um becape de meus dados através do modo texto, instalei o  Windows Vista para testes. É, muitos vão pensar que os remédios tiveram efeito colateral e que pirei mesmo. Mas não foi dessa vez. Deixei 15 Gb no disco para testar essa “revolução” da Microsoft. Bem, vou me ater apenas a um pequeno comentário: Tem gente que ainda adora sofrer. Essa é minha visão e avaliação em relação ao sistema. Ruim é pouco, não em termos de beleza e frescuras. O Aero é interessante, mas nada que se aproxime do Compiz. Mas o que me matou mesmo foi a rede wireless. Conectava, começava a navegar e depois caía. Parece que estava cronometrado. Após ler, reler, visitar o Baboo, não consegui nada além da certeza de que realmente essa versão é ruim demais. Só a instalação básica do sistema ocupou 9.5Gb da partição destinada ao teste. O Hardy instalado com tudo o que preciso ocupa míseros 4Gb. Sem cometários.

Bem que tentei fazer um teste mais profundo. Ia deixar em dual boot, mas ainda bem que não deu. Fiquei apenas 6 horas com ele instalado. Voltei com meu Ubuntu Hardy e tô aqui agora escrevendo este post e baixando as 27 atualizações para o NetBeans 6.1. Sábado começo a estudar Java e espero não tropeçar nessa linguagem no próximo período da faculdade, porque nesse que terminei foi muito complicado, mas comentarei isso numa próxima oportunidade. Agora vamos à luta e espero que o próximo semestre seja melhor e com menos encosto.

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2 comentários sobre “Voltando ao planeta Terra

  1. Viviane Vilela 11 de julho de 2008 / 19:42

    Rá, fique a vontade pra fazer uso de qualquer expressão ou invenção minha. Um forte abraço

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  2. Lúcio Jr 25 de julho de 2008 / 20:51

    Oi, Wendell. FOi um prazer vir aqui, eu me senti no mundo maravilhoso de Nerdson, digo, de Wendell.

    Sua vocação verdadeira é para informática e não polícia. Alguém já deve ter dito isso, né?

    Só não vai ler revista Info no batente lá em Divinópolis mesmo, hein?
    Abraços do Lúcio Jr.

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