Bem que eu tentei…

Tirei essa tarde de folga pra organizar algumas coisas em casa. Aproveitei e fiz um faxinão no desktop. Tava precisando disso a um bom tempo. Liberei uma boa quantidade de GB após excluir algumas bagulheiras digitais que fui acumulando ao longo dos últimos meses. Sinceramente, não sei onde arrumo tanta coisa.

Após organizar, criar pastas, separar tudo, fui brincar um pouco no Mandriva 2008 que havia instalado dois meses atrás. Já tinha feito algumas coisas nele, porém, hoje fui aprofundar um pouco nas novidades da distro. Bem que eu tentei…

Antes que qualquer um venha dizer que estou gerando algum flame, vou logo dizendo que a intenção não é essa. Pelo contrário, a qualidade da distribuição é inquestionável. Melhorou muito em relação às versões anteriores. O problema é realmente comigo.

Desde que a Conectiva foi comprada pela ex-Mandrake, fiquei pulando de galho em galho até achar uma distribuição que atendesse ao que eu precisava, ou seja, aquele desktop perfeito. Todos sabemos que a Conectiva nunca foi uma distro bem quista, especialmente na visão dos hardusers. A última versão por exemplo, o Conectiva 10, na minha opinião era uma grande promessa, principalmente pelo fato de que foi a versão desenvolvida com a ajuda do público e feita para a comunidade. Infelizmente foi a última.

Desde que fiquei órfão de distro saí por aí testando de tudo um pouco. Do Slackware ao SuSe, do Debian ao Kurumim. Baixei tudo que estava ao meu alcance e de minha banda larga, mas confesso, nada me atraía. Já tinha lido sobre algumas outras distribuições, usei o Kalango Linux por um período até definitivamente optar pelo Debian.

Em março de 2005 fiz uma assinatura da Linux Magazine. Na edição de abril recebi o exemplar com um CD de uma distribuição que estava prometendo muito no universo open-source. Era um tal de Ubuntu.

A revista nessa época ainda enviava Cd’s para seus assinantes. Quando o exemplar chegou dei uma boa lida e deixei aquele CD de lado. Era a versão 4.10 (Warty Wharthog), pensei comigo – Mais uma distro! Acho que me enganei. Alguns dias depois resolvi instalar aquele sistema e testá-lo. Começava ali a minha saga com o Ubuntu.

Do Warty fui para o Hoary, Brezzy, Dapper, Edgy, Feisty e finalmente o Gutsy. Jamais tive contato com outra distro baseada em RPM e com o ambiente KDE. Talvez seja por isso que não consegui me adaptar ao Mandriva 2008 mesmo ele tendo uma versão para o GNOME, definitivamente não consegui.

Enfim, para quem ficou órfão de uma distro que para muitos era ruim e para outros era o diferencial, tenho saudades do Conectiva Linux. Ainda tenho todas as caixas das versões que adquiri. Quando as vejo, vem aquela sensação nostálgica de quando comecei a dar os primeiros passos com o Linux. Hoje porém não tenho dúvidas. Sou Ubuntu de carteirinha. Quanto ao Mandriva 2008, tenho certeza que essa versão tem tudo que um usuário iniciante precisa. Bem polida, com inúmeros recursos, bom reconhecimento de hardware e tantas outras funcionalidades. Porém, para quem já se familiarizou com o Ubuntu, acho que o Mandriva ficou mesmo apenas para teste.

Leia um pouco da história da Conectiva clicando aqui.

Para aprender mais sobre o Ubuntu, começe aqui.

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