Dica rápida: remover kernel antigo no Fedora 22 usando o “dnf”

Fedora

Dica rápida para remover versões antigas no kernel no Fedora 22. Atentão, só faça isso se tiver conhecimento e certeza de do que está fazendo. Se tiver dúvida não faça! Vamos lá?

Com o terminal aberto digite:

sudo dnf remove kernel

Após o comando, o sistema deverá retornar algo assim:

Removing:
kernel x86_64 4.0.4-300.fc22 @System 0
kernel x86_64 4.0.4-301.fc22 @System 0
kernel x86_64 4.0.4-303.fc22 @System 0

Transaction Summary
===========================================
Remove 3 Packages

Installed size: 0
Is this ok [y/N]: N
Operation aborted.

Após retornar a saída acima, digite “N” para abortar a ação, caso contrário todas as versões do kernel serão removidas. Observe que existem três versões  instaladas. Sendo assim, repita o comando digitando:

sudo dnf [versão do kernel a ser removido]

sudo dnf kernel x86_64 4.0.4-301.fc22

Repita a operação para as demais versões instaladas, deixando a mais recente.

Gostou da dica? Deixe seus comentários e até a próxima =)

[]’s

El Capitan: a volta por cima da Apple?

El Capitan

Saudações meus leitores. No exato momento em que digito esse texto, estou baixando a versão Beta 5 do El Capitan pela App Store.

Escrever sobre um sistema beta é como dar um tiro no pé. Travamentos, erros, problemas de incompatibilidade de hardware e software, enfim, um monte de coisas erradas pode redundar numa enorme dor de cabeça. Por isso o velho conselho: faça por conta e risco!

Pois bem, como usuário Linux, uma coisa aprendi a duras boas penas: Testar é o que há. Sim, testando e enviando aos desenvolvedores seu feedback, além de ajudar a melhorar a qualidade do software, você vai se ambientando com as novidades e testando o que há de melhor e pior também.

No caso do OS X, creio que a Apple fez bem em permitir os pobres mortais não desenvolvedores testar seus betas. Esse tipo de usuário é o que, pelo menos em tese, usa a coisa como “usuário”, sem se preocupar com questões de desenvolvimento e de quebra também ajuda no produto final.

Venho desde o Yosemite acompanhando as versões de testes. Nunca havia instalado. Acompanhava nos sites especializados as informações e avaliava as novidades. Voltando um pouco no tempo, lá no Snow Leopard, sistema que iniciei minha aventura no mundo Apple, percebi que de lá pra cá as coisas mudaram muito. Mudaram pra pior, deixo isso bem claro. O Lion chegou com uma nova proposta, novidades bacanas. Depois o Mountain Lion, Mavericks e por fim o Yosemite. Todos eles com muitas coisas interessantes, muitos recursos, porém, faltava o mais importante.: estabilidade. Vi muito cho-ro-rô nos fóruns da vida.

Muitos dirão que isso é papo, que cada um teve qualidade e que isso é coisa de computação. Sim, concordo, porém a Apple criou tanta coisa, enfiou tanta bobagem no sistema que o principal foi esquecido, a simplicidade e estabilidade de outros tempos no Mac OS.

Resisti muito em baixar e instalar o El Capitan para testes. Porém, aproveitando um final de semana prolongado, achei que era hora de ver se meu velho iMac de 2009 estaria apto a rodar o sistema novo. Baixei a imagem, gravei o pendrive e taca-le pau. Instalei!

Como disse no início do texto, falar de uma versão beta é como dar um tiro no próprio pé. Não da pra saber se o produto final vai ficar bacana. Teste é teste e quando a coisa é pra valer, o que importa é estar cem por cento. De uma coisa eu tenho certeza, o El Capitan vem tendo uma performance bacana no meu iMac Core 2 Duo. Isso me fez recordar os bons tempos do Snow Leopard. Não duvidem, não estou exagerando. Não falo isso da boca pra fora ou para agradar Tim Cook. O sistema está realmente muito fluido, rápido, bonito e acreditem, muito estável, mesmo sendo um beta.

Para meus testes, não instalei nenhum programa de terceiros tipo Office, Firefox e outros que uso com frequência. Estou usando os Apps do iWork, o Safari, coisa rara de acontecer e o Mail como de costume. Até editei um filme no iMovie pra ver seu aguentava o tranco. Passou pelo meu crivo.

Resumindo essa bagaça, acho que agora estão acertando na mão e vão lançar algo decente, sem desmerecer as ouras versões é claro. Creio que o lance não é entupir o sistema com zilhões de bobagens, mas sim voltar aos tempos em que os usuários da maçã tinham orgulho de dizer que usavam o melhor sistema operacional do mundo.

Que assim seja, afinal, essa é a proposta do El Capitan. Meus testes continuam no meu velho iMac CD2 e na medida do possível irei relatar nos comentários as novidades,  performance e características legais da nova versão. Por fim e mais importante, deixo claro que estamos falando de um Core 2 Duo! Não pensem que isso aqui se compara com um i7. Não mesmo!

Tá valendo a pena testar? Muito. Recomendo quem puder fazer, porém deixo claro que é um risco usar sistemas beta em máquinas de produção. Faça por sua conta e risco. Agora se me permitem, peço sua licença, o sistema necessita reiniciar para instalar o beta 5 que acabou de ser baixado.

E os testes continuam, bem como o desejo de um sistema melhor, mais robusto e menos problemático como os anteriores, afinal, essa deve ser a última versão que meu iMac irá receber.

Hastala vista e até a próxima. =)

Instale o GNOME 3.16 em seu Ubuntu

GNOME 3.16

Que tal instalar a mais nova versão do GNOME em seu Ubuntu? O GNOME 3.16 é a versão mais recente desse fantástico ambiente de trabalho. A cada lançamento a interface vem ganhando mais refinamento e ficando mais rápida e bonita. Para saber mais sobre a versão 3.16 do GNOME clique aqui.

Quer instalar a versão 3.16 em seu Ubuntu? Então vamos lá. Digite CTRL + ALT + T para abrir seu terminal e digite:

sudo add-apt-repository ppa:gnome3-team/gnome3-staging [enter]

sudo add-apt-repository ppa:gnome3-team/gnome3-staging [enter]

sudo apt-get update && sudo apt-get dist-upgrade -y [enter]

Após o sistema verificar todas as dependências, ele baixará em torno de 170 MB e procederá a instalação da versão mais nova do GNOME. Ao terminar, reinicie seu computador e usufrua da mais nova versão do GNOME.

Atenção! Essa atualização foi feita no Ubuntu GNOME 15.04. Não foram realizados testes em versões anteriores. Se for atualizar, faça por conta em risco. Algumas atualizações podem danificar seu sistema. A instalação em meu notebook ocorreu sem nenhum problema e o sistema está funcionando plenamente.

Gostou dessa dica? Então deixe seus comentários e até a próxima!

O mundo mágico do livro digital

Kindle Paperwite

Hoje baixei o centésimo livro no site da Amazon. Todos os dias, ao abrir minha caixa de mensagens, recebo em média três emails da empresa de Jeff Bezos sugerindo obras com base em minhas preferências. A mineração de dados deles funciona muito bem e eles veem acertando as sugestões e claro, me agradando muito, especialmente em relação aos preços. Normalmente os títulos sugeridos estão relacionadas ao tipo de leitura que me atrai. Gosto de biografias, ficção, suspense, uma boa dose de terror e história, de preferência a brasileira. Nada como aprender sobre nossas origens. Já fazem dois anos que comprei meu Kindle e posso afirmar que foi a melhor aquisição feita nos últimos tempos.

Esse ano entrei mais uma vez de cara na leitura. Leio em média um a dois livros por mês. Priorizei desde o início do ano títulos bem interessantes e venho dedicando parte de meu tempo ao prazer de ler. Abdiquei da televisão, eu diria a TV aberta. Já faz um bom tempo que não perco tempo com as bobagens das principais emissoras do país. Anda faltando programação de qualidade. O pouco de tempo que sobra entre um livro e uma pausa, me divirto com a programação do Discovery Channel, History, BIO, Nat Geo/Wide e claro, as séries da HBO e Fox.

Desde que comprei o Kindle adquiro livros na loja da Amazon. Opto sempre pelas dicas em sites de leitura e principalmente as promoções. E acreditem, são muitas. O conforto de poder escolher o título e ler uma amostra sem sair de casa é espetacular. Isso tanto no Kindle quanto no software para PC e Mac. Tenho certeza que o leitor digital chegou numa hora oportuna. Minha cidade não possui livraria. Até que eu poderia ir a biblioteca e pegar algum livro emprestado, mas nem sempre vou encontrar aquele lançamento ou aquela dica. Daí a opção pelo livro digital. A comodidade é tão grande que vicia. Compro em média dois a três livros por mês, além das promoções e os livros gratuitos. Hoje mesmo saiu a promoção de uma obra bacana, a custo zero. Não titubeei, corri lá e baixei.

Pelas minhas estatísticas no Skoob, rede social voltada para leitura, já li uma quantidade bacana de livros. Óbvio que muitos eu não cadastrei. Isso se deve ao esquecimento, afinal, li muito na época de estudante e acaba ficando algo no limbo. Ao todo já são 24.412 páginas em 70 livros cadastrados e lendo mais um. É bom frisar que não leio para obter números e recordes. Isso é prazer mesmo. Me espanta porém é que apesar de toda essa facilidade que a Amazon propicia com o Kindle, e não só ela, mas também a Livraria Cultura com seu Kobo e a Saraiva com o Lev, muitos ainda relutam em migrar para os livros digitais. É bom sentir o papel na mão e o cheiro de livro novo, isso porém deixo pra depois. Caso goste da obra, compro o livro físico posteriormente. É bom ter um exemplar na estante e isso ajuda o autor também.

Em tempos de sociedade conectada, acredito que o leitor digital é um acessório que deixou de ser luxo. As facilidades são muitas. Imagine carregar em um só dispositivo uma centena de livros? Me espanta porém o desinteresse do brasileiro pela leitura. Segundo matéria veiculada no site do Jornal da Globo, sete a cada dez brasileiros não leram nenhum livro no ano de 2014, o que corresponde a 30% dos entrevistados, número inferior ao ano de 2013, que registrou 35%, segundo pesquisa realizada pela Federação do Comércio do Rio de Janeiro. Isso é preocupante!

Não gosto de ler

Ainda estamos bem distantes do ideal quando o assunto é leitura. Infelizmente o brasileiro em sua essência morre de preguiça de ler. Com isso ele perde a oportunidade de enriquecimento intelectual, aprimoramento de sua fala, escrita e o principal, sair do ostracismo cultural. Enquanto existirem preguiça, desinteresse, novelas, Esquentas, Zorras e outras banalidades, isso ainda vai demorar muito a mudar e nosso país sofrerá com a falta de cultura.

E você, o que anda lendo? Conte pra gente e participe de nossa discussão sobre o assunto.

Até a próxima []’s

Como alterar a barra superior no Gnome Shell

gnome

O GNOME Shell é uma interface que vem amadurecendo a cada release, mas sempre fica aquela pergunta, quando vão deixar o usuário customizar o ambiente como as versões anteriores? A dica de hoje é bem rápida e objetiva, vamos instalar uma extensão que possibilitará dar um toque mais bacana na barre superior do GNOME.

Acesse este link e baixe a extensão Activies Configurator. A instalação é bem simples, bastando habilitá-la em seu navegador.

Captura de tela de 2015-03-01 17:57:19

Após a instalação, abra o programa “Ferramentas de ajuste do GNOME” e clique no ícone de configuração da extensão conforme a imagem abaixo.

Captura de tela de 2015-03-01 17:59:04

Ao abrir a caixa de configuração, você pode combinar várias configurações para o painel superior, bastando modificar os padrões estabelecidos. O bacana é que pode ser habilitada transparência, o que deixa o GNOME mais bonito.

Gostou da dica? Deixe seus comentários.

Até a pŕoxima []’s