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O que vocês estão fazendo com a Apple?

Se, de onde ele está, pudesse mandar uma mensagem para os responsáveis pela Apple, Jobs não seria nem um pouco educado e amável. Faz algumas semanas que venho acompanhando através das redes sociais e alguns sites a situação nada agradável das ações da maçã. Pode até ser um momento ruim do mercado da tecnologia, embora não creio, no entanto, se observarmos os tropeços e a falta de algo realmente novo, podemos julgar que a ausência de Jobs tem sido talvez o grande problema da maior empresa de tecnologia do mundo.
Desde o lançamento dos iPod, passando pelo iPhone e iPad faz tempo que a Apple não lança nada inovador. Não venha me dizer que o iPhone 5 ou o iPad Mini são inovações! Não são mesmo. São evoluções, nada mais que isso. Na verdade, eles ainda devem estar abalados com a falta do seu grande timoneiro ou estão se perdendo na qualidade de seus produtos, o que consequentemente impede as cabeças pensantes da empresa colocar inovações no mercado. O que lançaram ano passado por exemplo, não foram inovações, mas sim evoluções de produtos que fizeram a Apple ser reconhecida como uma grande empresa, mas que agora, anda sem rumo, perdida no limbo de seu sucesso do passado.
Apesar de minha visão ser apensa uma opinião pessoal, é notório que a magia de novos lançamentos tenha se perdido após a morte de Jobs. Eles até tentam, mas o brilho das keynotes e de novos lançamentos ficam ofuscados com a falta de inovações. Enquanto Samsung, Sony, HTC, dentre outras empresas e até Nokia, que anda com as pernas bambas por causa de sua omissão no passado, estão se saindo melhor que a Apple. E nem adianta vir dizer que o iPhone é o melhor telefone do mundo, que o iPad reina no universo dos tablets. Isso pode até ser uma verdade atual, mas se a Apple não se mexer, certamente voltará a ser apenas uma empresa que fabrica produtos para uma pequena elite de fãs, que pagam caro pra ostentar uma marca.
Não sei o que eles pretendem com essa tal tela retina, novo App de mapas e o tal Siri, pelo menos para este que vos escreve, são uma tremenda bobagem, não agregam inovações e tornam os produtos bem mais caros. Se optassem por telas maiores, possibilidade de expansão, produtos intermediários, não que isso seja inovação, sem dúvida já estariam dando um passo significativo. Vide os novos MacBooks retina por exemplo. Aparelhos caros e sem inovações significativas. Tenho observado também, como usuário do iMac e iPad, que a qualidade do software está muito aquém de quem um dia ostentou ser dono de um dos mais avançados sistemas operacionais do mundo. O OS X Mountain Lion de hoje, não se compara ao Snow Leopard de ontem, um sistema sólido e bem acabado. O Mountain Lion, por exemplo, é um consumidor abusivo de bateria, está mais lento, trava e não tem aquela solidez de antes. O mesmo acontece com o iOS que estacionou no tempo. Sua inovação foi ganhar multi tarefa, no mais, permanece o mais do mesmo. Por fim e muito pior, é essa tentativa de integrar SO´s no Mac e iPad, deixando-os com a mesma característica. Estão fazendo a mesma burrada que a Microsoft com seu Windows 8.
O que podemos aferir disso tudo é que a Apple já não é mais a mesma e já desconfiam de sua capacidade de inovar. Faz um bom tempo que pedem inovações, em especial seus usuários, mas para a infelicidade de todos a empresa se mantém fechada, em todos os sentidos. Com isso, acaba dando munição à concorrência. Talvez seja a hora dos homens responsáveis pela Apple começarem a escutar mais e pensar menos, afinal, a tecnologia é feita de oportunidades e inovações, não apenas de marca.
Hora de escolher a sua plataforma para desenvolvimento

Dando continuidade ao assunto abordado no último post, os tablets chegaram ao mercado e com eles surgiram novas opções para quem quer garantir uma boa oportunidade de emprego ou renda no desenvolvimento de aplicações móveis.
Hoje o mercado se divide em dois principais sistemas operacionais móveis – Android e iOS. Além dos dois, existem outros sistemas de menor utilização como o quase extinto Symbian e MeeGo da Nokia, o BlackBerry e mais recentemente o Windows 8, sistema da Microsoft que é usado tanto nos PC’s quantos nos tablets da empresa.
O Android, sistema desenvolvido pelo Google em parceria com diversos fabricantes de telefones, tem como base o sistema operacional Linux e a linguagem de programação Java. Seu desenvolvimento é aberto através de ferramenta específica (SDK), e possibilita ao desenvolvedor acesso a todas as API’s para criação de qualquer tipo de aplicação, seja para smartphones ou tablets. A grande vantagem está em poder desenvolver em qualquer plataforma, seja Linux, Windows e Mac.
Já a Apple, possui uma ferramenta completa para desenvolvimento de aplicações para o iOS, sistema operacional do iPhone, iPad, iPod e AppleTV. Um dos problemas no entanto para quem quer desenvolver para essa plataforma está primeiramente no preço. É necessário pagar U$100 anuais para ter acesso a todas as ferramentas, além de mais 30% do valor do aplicativo a ser disponibilizado em sua loja online. O segundo e talvez mais complexo é que todo o desenvolvimento é feito apenas em computadores da Apple, o que dificulta sobremaneira, especialmente devido aos preços dos computadores da empresa.
Avaliando os prós e os contras, os dois sistemas operacionais prometem inúmeras vantagens aos desenvolvedores. Basta no entanto saber utilizar as linguagens e as ferramentas e ter criatividade. Certamente qualquer programador terá chance de garantir uma boa receita com a venda de aplicativos, seja na App Store ou no Google Play. Então, o que você está esperando? Mãos a obra!
Você está preparado para a era pós-PC?

E os tablets andam fazendo sucesso. Pelo menos para as pessoas físicas, já nas empresas…
A Câmara de Comércio Americano (Amcham) realizou recentemente uma sondagem junto aos executivos de TI e apurou que 67% dos entrevistados não acreditam que os tablets substituirão os notebooks e smartphones. Por outro lado, 27% das companhias já fazem uso do dispositivo liberando o uso para seus funcionários e 23% das empresas sinalizaram em utilizar o gadget nos próximos dois anos.
Essa é uma realidade nos Estados Unidos, país que está na vanguarda da tecnologia. Mas e aqui no Brasil, estamos preparados para utilizar um tablet, seja como uso pessoal ou nas empresas? É prematuro afirmar que teremos uma grande adesão a essa tecnologia. O primeiro e mais grave problema está no preço. Pagamos caro por um aparelho desses. Os melhores tablets ficam na casa dos mil reais. Existem opções mais baratas, porém a qualidade e experiência de uso deixam a desejar.
Pra quem ainda tem dúvida se vale a pena ter um tablet, isso pode ser mensurado no que você faz em seu computador. Basta avaliar a sua utilização no dia a dia. Para quem usa o PC para acesso a internet, redes sociais, bate papo, e-mails e documentos, um tablet pode sim substituir satisfatoriamente uma estação de trabalhou. A Apple por exemplo oferece um ecossistema completo para quem necessita de ferramentas de produtividade. A Microsoft também já se posicionou quanto a liberação de seu Office para o iOS e Android. Não podemos esquecer que ela lançou o Surface com Windows 8, o que pode popularizar ainda mais os tablets. Naturalmente, não podemos ignorar o uso do computador, o qual reinará absoluto por muito tempo, afinal, existem algumas tarefas que os tablets ainda não fazem, sendo necessário maior poder de processamento.
É muito cedo para afirmar que essa nova tecnologia irá definitivamente substituir os computadores, mas no que depender das empresas, em breve eles serão o grande destaque, especialmente pela mobilidade e facilidade de uso. E você, já está preparado para usar um tablet? Se sim, compartilhe conosco sua experiência.
Dicas básicas para evitar dores de cabeça com seu computador
Recentemente fui convidado pelo amigo Ítalo Coutinho para escrever sobre tecnologia em sua coluna, no Jornal de Negócios. Confesso que a tarefa num primeiro momento pareceu difícil, afinal, substituir o Professor Eduardo Melo não seria nada fácil. Apesar do receio, aceitei a proposta e botei a mão no teclado. Os textos, como poderão ver, são simples e tratam basicamente de tecnologia e dicas. Apesar do jornal possuir um site bacana, achei interessante trazer o material aqui para o blog, no intuito de contribuir com nossos frequentadores. Como disse, o material é simples mas acredito que pode ser útil. Semanalmente irei publicar um texto. O primeiro vai tratar de um assunto bastante o oportuno e espero que ajude aos usuários mais leigos. Vamos tratar de segurança, anti-vírus e pirataria. Espero que gostem. Forte abraço!
Dicas básicas para evitar dores de cabeça com seu computador

Sabe qual o melhor antivírus para computador? Você! Isso mesmo. Pode parecer estranho, mas se você adota medidas básicas de segurança quando tem um computador, isto reduz em mais de 50% de chances de sofrer algum problema com vírus, trojans e afins. Mas como fazer isso? Abaixo seguem dicas simples e básicas que irão proporcionar uma boa dose de segurança.
1) Ao adquirir seu computador, exija software original. Não abra mão disso! Um dos maiores problemas de infecção por pragas virtuais reside justamente nos softwares piratas. Além de ser crime previsto na Lei nº 9.609/98 de 20 de fevereiro de 1998, onde os programas de computador foram incluídos no âmbito dos direitos autorais, sendo proibidas a reprodução, a cópia, o aluguel e a utilização de cópias feitas sem autorização do titular do software, você ainda fica sem as atualizações de segurança liberadas pelo fabricante, assim, seu sistema estará vulnerável e totalmente desprotegido.
2) Não clique em tudo que ver por aí. Prudência é a palavra chave antes de matar seu desejo de acessar aquela suposta imagem ou mesmo uma notícia que chamou sua atenção. É através de sua curiosidade que a grande maioria dos crimes virtuais acontece. Evite abrir arquivos de e-mails desconhecidos. Nunca responda questionários de bancos e entidades do governo. Eles jamais entram em contato usando esse recurso. Como no volante, onde “na dúvida não ultrapasse”, na frente do computador “tendo dúvida, nunca clique.”

3) Site possuem códigos, códigos possuem programação. Se você é daqueles que adora visitar um site para baixa um programa, buscar uma chave válida para liberar um software pirata ou curte dar uma passadinha em sites adultos, tome cuidado. Ali reside um grande problema. Como todo site aceita códigos maliciosos, existe uma grande probabilidade de seu sistema ser infectado, ainda mais se estiver desatualizado.
4) Pra finalizar, talvez essa seja a dica mais importante. Use um bom antivírus, porém não se esqueça, tem que ser original! Se você não quer comprar, tudo bem. Existem ótimas opções free em sites como o Baixaqui, Super-Downloads e até mesmo no site de fabricantes como o Avira, Avast, dentre outros. Basta baixar configurar e usar sem moderação. Não se esqueça também de configurar o firewall do seus sistema. Ele contribui bastante para proteger seus dados.

Dizem que santo de casa sozinho não faz milagre. Portanto, seguindo essas dicas básicas, tendo um bom antivírus e um firewall devidamente configurado e não sendo tão curioso(a), certamente você terá boas chances de evitar problemas com crimes digitais.
Semana que vem tem mais. Gostou? Participe deixando seu comentário.
Até a próxima! []`s
Pausa para o desabafo
Antes de tudo vou deixar claro que este texto é apenas uma opinião saudosista, de quem teve a felicidade ou talvez infelicidade de ter tido um Nokia em sua vida e hoje resolveu desabafar.
Pois bem, maluquices a parte, o fato é que a Nokia é a grande culpada pela minha falta de adaptação a nova safra de celulares e também de smartphones existentes no mercado.
Quem como eu iniciou sua jornada num modesto celular tijolão da Nokia no final dos anos noventa, ou até antes disso, sabe bem do que estou falando. De certo, podemos até ter opiniões divergentes, mas que algum celular da Nokia marcou sua vida, isso eu não tenho dúvidas.
Quando resolvi me arriscar nesse mundo sem fio, o que na época soava para muitos como fábrica de tomar dinheiro, afinal, as tarifas eram absurdas, dei de cara inicialmente com um Sony Ericsson. Na verdade era a única opção que cabia em meu orçamento. Era o típico celular tijolão. Anos após engracei com um modelo mais novo e tão pequeno da mesma empresa, que me perguntei como tive coragem de andar com um celular tão grande.
Ao longo do tempo veio a paixão pela Nokia. Aquilo sim era uma marca cobiçada e que fazia os olhos de muitos brilharem. O modelo 6120i era o favorito de muitos e acabou sendo um desejo. É bem verdade que nessa mesma época, os StarTacs da Motorola já eram tidos como tops, mas ainda sim um Nokia era um Nokia.
Junta daqui, espreme dali, eis que o tijolão foi vendido e comprei o 6120i, o que não deixava de ser um tijolinho. Assim começava um longo e promissor casamento, o qual durou até meu último modelo, um charmoso E63 azulado. Foi dali em diante que entendi o conceito de mobilidade. Era um celular simples, porém, com todos os requisitos que eu precisava.
Um adendo nessa narração. Nunca fui de comprar celulares caros. Sempre optei pelo basicão com frescuras, tipo uma tela colorida na época dos monocromáticos, um wi-fi em tempos de 3G, uma camerazinha VGA pra fotografia quando alguns modelos traziam rádio FM. No entanto, nunca fui de comprar coisas de última geração. Acho que em determinados aspectos, seria um gastos desnecessário, afinal, nunca usamos todos os recursos nos aparelhos tops de linha.
Na verdade, o que eu necessitava de um celular antes do Twitter e do Facebook, sendo este último menos importante, era mandar mensagens e receber ligações. Nada mais que isso, além é claro de jogar Snake. Porém, baleiando ou não, o Twitter me fez ver o mundo de uma nova forma e foi através do E63 que esfolei os dedos de tanto escrever. Daí em diante comecei entender o conceito de mobilidade.
Antes que me corrijam, afinal, mobilidade é muito mais que escrever 140 caracteres pra quem te segue, ressalto que nunca fui muito fã desse papo de usar o celular como forma de produtividade. Primeiro, a tela é muito pequena, e na moral, a minha miopia jamais me permitiria fazer algo decente numa tela diminuta. Segundo, o quesito mobilidade não está em apenas carregar documentos pessoais e baixá-los da nuvem. Acho que o buraco é mais embaixo, vai além do próprio conceito. Então para este que vos escreve, esse papo de usar celular como opção ao computador é falho. Desculpe que não concorda.
Meu namoro com a Nokia acabou deve ter uns dois anos ou menos. Não me recordo bem a data. Nesse meio prazo dei de cara com um Android. A primeira impressão sempre é a que fica, então vou falar rasgado. Foi uma merda! Não sei o que a Samsung fez com o Froyo, mas não gostei nem um pouco do que me venderam. A bateria era uma lástima, coisa não muito diferente de outros modelos que embarcam as demais versões do sistema do robozinho verde.
Nessa hora eu volto no tempo e me sinto órfão de um Nokia. Aquilo sim era decente em se tratando de bateria. O Symbian, coitado, apesar de fazer parte de uma história recente de sucesso, fazia o casamento perfeito com o hardware, proporcionando uma boa performance nos aparelhos. Ficava mais de sete dias sem plugar o celular na tomada.
Hoje em dia isso é luxo. Celular e smartphone que fica mais de um dia sem precisar de uma carga ou é top dos tops, ou então é sorte. De boa, a autonomia da bateria de alguns aparelhos hoje em dia é vergonhoso.
Nesse vai e vem, acabei indo pro iPhone. De cara peguei um no qual seu principal problema também era a bateria. Rapaz de sorte! O 3GS num primeiro momento me soou como uma ótima opção. É o típico celular BBB. Barato, bom no início e uma b*$+@ no final. Sinceramente, mais uma vez a primeira impressão é a que fica. Tomei birra do aparelho. Capacidade pífia da bateria. Após uma update no iOS, que por sinal é um sistema fantástico, a coisa até melhorou, mesmo assim não me convenceu. Vendi. As vezes fico avaliando, tiveram tanto zelo com a bateria do iPad!!!
Pra quem não se importa com o quesito autonomia das baterias, certamente vão me achar um reclamão. Mas sinceramente, nada pior que precisar de um celular e na hora do vamos ver, a carga vai pro saco. É aí que olho para trás e vejo o quanto um Nokia fazia a diferença.
Tá bom que muita coisa mudou. Os processadores aumentaram sua capacidade, as telas estão mais brilhantes e maiores. Temos o 3G, a tecnologia wireless, os novos sistemas operacionais que exigem energia devido ao seu processamento, porém, as baterias não acompanharam essa upgrade e hoje nos deixam a ver navios.
Por isso eu culpo a Nokia, essa maldita finlandesa que me encantou com produtos simples em seus tempos áureos, mas eficientes para a época. É uma pena que a empresa não conseguiu acompanhar a evolução e fazer algo decente o suficiente pra impedir a Apple de criar o iPhone, o qual desencadeou uma reação em cadeia e fez surgir o Android e outros sistemas que tentam alcançar um voo mais alto e hoje pecam pela falta de autonomia em se tratando de bateria. Com isso tudo a Nokia perdeu seu foco, seus clientes e está perdendo aos poucos seu mercado. Infelizmente hoje ela tenta enfiar goela abaixo celulares de baixo custo, capados, com sistema absoleto e sem futuro como o S40, objetivando correr atrás do prejuízo. Tenta também ressurgir com os promissores Lumias e seu WindowsPhone. Tá aí uma boa aposta, mesmo assim sou cético quanto ao SO.
Apesar das possibilidades que este último sistema adotado oferece e seu casamento com a Microsoft, na verdade a Nokia nunca mais foi a mesma, especialmente agora que ela começa a perder a liderança para a Samsung, a qual se aproveita da popularidade do Android e despeja no mercado celulares modernos e bonitos, mas que jamais conseguirão trazer aquela sensação gostosa de fuçar, como era num Nokia. Tenho saudades dos bons tempos do 6120i onde eu jogava feliz o Snake, mandava meus torpedos e não me preocupava com tantas firulas que hoje em dia andam enfiando nos celulares, o que detona a autonomia de suas baterias e acabam deixando os aparelhos mais burocráticos, o que os torna sem graça.


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