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Archive for the ‘Dicas’ Category

Instale o Copy no Ubuntu e derivados através de PPA

junho 12, 2014 Deixe um comentário

Copy

Com o fim do serviço Ubuntu One pela Canonical, muitos usuários começaram a buscar alternativas de serviços na nuvem. Dentre as inúmeros serviços disponíveis, o Copy se destaca pela quantidade de espaço disponibilizado para seus usuários, são 15 GB. Convidando alguém, você ainda ganha mais 5 GB, o que acaba sendo uma quantidade considerável e o melhor, de graça. Existem pacotes que você pode comprar pagando mensalmente ou anualmente. Vale a pena dar uma boa olhada.

Uma das desvantagens do Copy é sua instalação, o que pode deixar usuários menos familiarizados com alguma dificuldade.

Para minimizar essa situação foi disponibilizado por Paolo Rotolo um PPA para o Ubuntu e derivados, o qual simplifica consideravelmente a instalação. Vamos lá.

No terminal, vamos adicionar o PPA e fazer a instalação do programa:

sudo add-apt-repository ppa:paolorotolo/copy

sudo apt-get update

sudo apt-get install copy

Feita a instalação, basta abrir o app e entrar com sua conta ou realizar seu cadastro.

Um pequeno inconveniente ocorre após a instalação do Copy nas versões 13.10 e 14.04 do Ubuntu. O indicador no menu não funciona corretamente no Unity. Para isso é necessário efetuar sua correção. No terminal entre com os comandos conforme abaixo:

cd /tmp

wget https://github.com/hotice/webupd8/raw/master/libdbusmenu-gtk-$(arch).tar.gz

tar -xvf libdbusmenu-gtk*

sudo cp /tmp/libdbusmenu-gtk*/* /opt/copy-client/

Após o procedimento encerre o processo CopyAgent com o comado:

killall CopyAgent

Inicie novamente o app e o indicador estará funcionando normalmente.

Gostou do post? Deixei seu comentário e até a próxima =)

Via WebUPD8

Removendo versões antigas do kernel no openSuSe usando o Zypper

junho 12, 2014 Deixe um comentário

openSuSeCom as atualizações do kernel, é sempre bom dar uma olhada como anda a capacidade da partição boot do sistema.  Não encontrei no Yast uma maneira automatizada de remover versões antigas do kernel no openSuSe, para isto, foi necessário recorrer a linha de comando.

No terminal, proceda da seguinte forma, lembrando que tais comandos devem ser feitos como root e toda intervenção como super usuário deve ser feita com cautela, pois comandos errados podem danificar seu sistema.

 A primeira coisa a ser feita é listar as versões instaladas do kernel:

 #zypper se -si ‘kernel*’

 Além das versões instaladas, existe também uma versão kernel-firmware a qual não deverá ser removida. Serão listadas as versões instaladas conforme abaixo:

 #zypper se -si ‘kernel*’

kernel-desktop-3.12.3-2.3.gf37dca6.x86_64

kernel-firmware-20130714git-2.1.1-noarch

kernel-desktop-3.12.5.3.2.g48b587a.x86_64

kernel-desktop-3.12.5-4.1.g3848a14.x86_64

 Com o comando acima, todas as versões do kernel serão listadas. Posteriormente é necessário descobrir qual a versão utilizada pelo sistema, para isso digite:

 #uname -r

 A saída desse comando será algo como 3.12.5-4.1.g3848a14-desktop (versão do kernel corrente instalada e em uso)

 Agora iremos remover a ou as versões que não estão em uso. Como mencionado, o comando deve ser realizado como root.

 # zypper rm kernel-desktop-3.12.3-2.3.gf37dca6.x86_64

 O comando acima exclui o kernel antigo, devendo ser repetida se houver mais de uma versão instalada.

Gostou da dica? Deixe seu comentário. Até a próxima =)

Como instalar a versão 4.12 do KDE no openSUSE 13.1 e no Kubuntu 13.04 e posteriores

fevereiro 20, 2014 Deixe um comentário

OpenSUSE

Que tal atualizar o KDE no openSUSE 13.1 ou Kubuntu 13.04 e posteriores para a versão 4.12? O processo é bem simples. Basta abrir o terminal e inserir os repositórios e por fim atualizar o sistema. No openSUSE, abra o terminal como root e digite:

1) zypper ar -f http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/Release:/412/openSUSE_13.1/ KDE_4.12

2) zypper ar -f http://download.opensuse.org/repositories/KDE:/Extra/openSUSE_13.1/ KDE_4.12_Extra

3) zypper dup ou zypper dup –from KDE_4.12 –from KDE_4.12_Extra

Já no Kubuntu, abra o terminal e digite os comandos conforme abaixo:

1) sudo add-apt-repository ppa:kubuntu-ppa/backports

2) sudo apt-get update && sudo apt-get upgrade

Feito o procedimento acima, você poderá desfrutar da versão mais atual do KDE para seu openSUSE ou Kubuntu. Gostou da dica? Deixe seus comentários. ;-)

APROVADO

Que tal uma upgrade em seu MacBook White? Eu fiz e recomendo

janeiro 30, 2014 15 comentários

MackBook White Unibody

Salve povo bacana. Após um pequeno intervalo sem post, não que me falte assunto, só tempo, eis que trago minha experiência recente com meu MacBook White.

Pois bem, em 2011 eu resolvi trocar meu notebook pelo MacBook. Das opções existentes acabei comprado o White. Sim, aquele branquinho que encarde muito, mas ainda consigo deixar ele como novo. Não me arrependo, mas bem que eu poderia ter desembolsado algumas Dilmas a mais e optado por um Pro.

O aparelho foi o último modelo todo branco fabricado pela Apple. É o unibody de 13 polegadas, um Core 2 Duo com 2,4Ghz e que veio com 2 GB de RAM DDR3 e um HD de 250 GB com 5.400 rpm. O grande barato dessa máquina é que ela veio equipada com uma placa de vídeo da NVIDIA, o modelo GeForce 320M de 256 MB, compartilhada com a memória principal. Em tempos de gráficos da Intel, não deixa de ser uma relíquia. Mais specs vocês podem conferir aqui.

Ao longo do uso coloquei mais 2 GB de RAM, cheguei a testar com 8, mas a diferença não foi significativa. Sim, ele suporta mais que o recomendado pelo fabricante, porém achei melhor deixar com quatro.

Posteriormente coloquei um HD de 500 GB. Melhorou bastante, afinal, eram 7.200 rpm, mas como nem tudo são flores, a cada nova versão do OS X a performance ficava sofrível.

Pesquisa daqui e dali, resolvi fazer uma upgrade mais radical. Após trocar ideias com algumas pessoas sobre o assunto e me informar bastante, resolvi aposentar o HD convencional e colocar um SSD. No início fiquei temeroso, não via com bons olhos esse tipo de armazenamento, mas após ler, reler e aprender sobre essa tecnologia e seus macetes, resolvi aderir.

SSD Corsair NEUTRON 250 GB

De todos os SSD que pesquisei, uma ressalva, o preço ainda é salgado, encontrei um modelo bacana, um CORSAIR da série NEUTRON, com 250 GB SATA 3 com um preço bem em conta. Com o HD em mãos fiz a upgrade. Me sugeriram colocar o SSD no local do SuperDrive, achei melhor não. Ainda gravo muitos CD’s e DVD’s e eu não queria capar o notebook.

Quanto a upgrade, não tem mistério, é bem simples. Quem já trocou disco rígido num MacBook não terá dificuldade nenhuma. Optei também pela instalação limpa do sistema operacional. Meus arquivos ficam num HD externo, portanto isso não seria problema. O chato é ter que ficar instalando tudo do zero e ter que fazer as upgrades gigantescas da Apple.

Uso do SSD

Resumindo a brincadeira, o notebook é outro. Impressionante como a velocidade de boot, a qual ficou em torno de dez a onze segundos para subir o sistema, bem como a abertura dos programas, que melhorou absurdamente de forma quase instantânea, inclusive os mais pesados, deu uma nova cara pro branquelo. Óbvio que estamos falando de um Core 2 Duo de 2.4 GHz, mas a performance do sistema ficou espetacularmente boa, sem falar que a bateria agradeceu, afinal, os SSD utilizam pouca energia em relação aos HD’s convencionais. Ganhei mais duas horas de carga. Com isso, o White ganhou uma ótima sobrevida. Resta saber até qual versão do OS X a Apple vai liberar para esse grande guerreiro futuramente.

Meus primeiros passos com Raspberry Pi

setembro 4, 2013 2 comentários

RasPi Inside

Saudações povo bacana! Após uma boa temporada sem postar, eis que tirei um tempinho para relatar minhas aventuras com meu novo brinquedo, o Raspberry Pi.

Antes de iniciar meu relato, gostaria de esclarecer alguns pontos interessantes sobre esse fantástico computador. Muitos talvez desconhecem, mas esse pequeno grande notável surgiu como uma alternativa para ensinar a criançada a programar e fuçar em eletrônica. O projeto no entanto ganhou a simpatia dos nerds e geeks de plantão e acabou virando coisa de gente grande. No site do Raspberry existem inúmeros relatos de casos de sucesso de uso do computador mais barato do mundo.

O RasPi, como vou tratá-lo doravante, é vendido pelo preço aproximado de $35 (Obamas), isso lá fora. Aqui no Brasil, um país de tolos, o preço gira em torno de R$180,00 (Dilmas) na Farnell Newark, com todos os tributos inclusos, sendo este o melhor preço em terras tupiniquins. Coisas do Brasil…

Quando li algumas publicações sobre o RasPi, confesso que não dei muita atenção. Achava que era coisa de maluco. Eis que após muitos relatos, em especial no Br-Linux e Br-Mac, culpa do Augusto Campos, interessei pelo produto e acabei entrando para o time de doidos.

Adianto que as possibilidades com o RasPi são muitas. Pode-se criar um pouco de tudo. Não que ele seja um computador completo, afinal, com 700 Mhz de processamento, 512 de RAM e um processador ARM, não dá pra esperar muitas coisa dessa maquininha. Ledo engano! O RasPi proporciona bastante coisa interessante. Ah, antes que eu me esqueça, existem dois modelos, o “A” e o “B”. Optei pelo segundo em virtude do dobro da velocidade e a porta Ethernet. =)

Raspberry Pi

Com o computador na mão, comecei organizar as coisas como queria. Inicialmente minha proposta foi montar um servidor de arquivos. De quebra deixaria o Apache configurado juntamente com o PHP e MySQL para brincar de programação nas horas vagas. Para fazer todas essa parafernália funcionar é necessário baixar o sistema operacional e botar a mão na massa.

No site do projeto você pode baixar uma das imagens disponíveis. Lá você encontra o Raspbian, customização do Debian para o RasPi, uma versão do Arch Linux para processadores ARM, o Risc OS, o Pidora, versão customizada do Fedora além do OpenELEC e RaspBMC, ambas voltadas para montar um servidor multimídia. No meu caso, optei pela imagem do Raspbian, o qual gira em torno de 400Mb.

Para fazer o bicho funcionar é necessário instalar a imagem em um cartão SD. O RasPi possui um slot para este tipo de cartão. Sugere-se um cartão de 4 GB, no meu caso, optei por um de  8 GB. Vai saber o que vamos utilizar não é? Com a imagem baixada e descompactada você pode fazer a transferência pelo Linux usando o comando “dd” [dd bs=8M if=imagem_raspbian.img of=/dev/sdxx] ou então pode utilizar o Windows para gravar. Todas as minhas tentativas com o dd foram frustradas, não consegui dar o boot no cartão, sendo assim, optei pelo uso do Win32DiskImager. Você pode baixar ele aqui. O processo é bem simples e rápido. Feito o procedimento, basta cutucar o cartão no slot e partir para o boot.

O RasPi possui uma entrada Ethernet, duas portas USB, uma VGA, uma HDMI, além da saída de som e entrada de energia. Se você quiser usá-lo apenas na linha de comando, por padrão o SSH já vem habilitado bastando apenas conectar o cabo de rede e ligá-lo. Obviamente muitos gostam de fuçar na interface gráfica, sendo assim, antes de ligar o aparelho é fundamental conectar o teclado e o mouse bem como a entrada de vídeo. Feitas as conexões, basta ligar a energia, o qual pode ser feito com um carregador micro-usb. A maioria dos carregadores funcionam porém, fique atento, a fonte ideal tem que ter 5 V com  500mA para o modelo A. O modelo B necessita de 1 A.

Se todo o procedimento acima tiver corrido normalmente (procedimento de gravação da imagem), após o boot o sistema entra em modo texto e fica aguardando o usuário configurá-lo. Usando o comando “raspi-conf”, o sistema abre um configurador onde o usuário pode dar uma personalizada no sistema e deixá-lo redondinho. Isso porém, irei tratar em outros tópicos onde vou relatar os primeiros passos do processo de configuração básica até a configuração do servidor de arquivos, Apache dentre outras experiências com o RasPi. Fiquem ligados e até lá!

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