Janeiro 25, 2008
Quando resolvi criar meu blog, uma das minhas preocupações era utilizar uma ferramenta bem simples. Depois de analisar criteriosamente cada opção não tive dúvidas em escolher o WordPress.
Eu queria usar um serviço gratuito. Não, isso não é miséria nem economia. Apenas queria um lugar onde pudesse escrever minhas idéias e não precisasse ter dores de cabeça com hospedagem e essas coisas que todos nós sabemos caso optasse em registrar um domínio.
Confesso que estou muitíssimo satisfeito com o serviço e com a ferramenta em si e não posso reclamar, ou melhor, tenho que reclamar de mim pela ausência de posts nos últimos tempos
Deixando essa parte de hospedagem de lado, o Geek e outros sites de tecnologia publicaram uma boa notícia para quem usa o WordPress. Em breve os usuários contarão com mais espaço de armazenamento. Será disponibilizado 3 Gb gratuitamente. Hoje são liberados apenas 50 Mb.
O fundador do serviço Matt Mullenweg fez algumas comparações com outras ferramentas e afirmou que todo o trabalho realizado reflete na melhoria dos serviços oferecidos para que os usuário tenham liberdade em inserir conteúdo multimídia sem se preocupar com espaço. Além de disponibilizar esse aumento de armazenamento gratuitamente, a empresa que gerencia o WordPress recebeu investimentos de U$ 29,5 milhões conforme noticiado no Br-Linux.
Fonte: Geek
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Escrito por Wendell
Janeiro 24, 2008
Normalmente quando um usuário utiliza dual boot, sempre ocorre do GRUB desaparecer após uma formatação da partição Windows ou mesmo algum problema na MBR.
Existem inúmeras formas de restaurar o GRUB, postei aqui uma forma de salvar a imagem da MBR usando o ‘dd’ para restaurá-la em caso de problemas.
Como mencionei, existem “n” formas de efetuar a recuperação do GRUB. O site Viva o Linux trouxe uma dica bastante simples de como restaurar o GRUB e não ser necessário reinstalar o Linux, coisa que acontece com muitos usuários iniciantes.
Para efetuar o processo, basta ter em mãos uma distribuição live cd. Inicie o sistema normalmente, após seu carregamento, em um terminal como root, digite $ fdisk -l.
Neste momento localize onde seu Linux está instalado com o comando $ mount /dev/hdY /mnt (lembre-se que todos esses comando devem ser feitos como root)
Onde /dev/hdY é a partição onde o seu Linux está instalado.
Com a partição já montada, recupere o GRUB com o seguinte comando:
$ grub-install –root-directory=/mnt /dev/hdY
Novamente substituindo o /dev/hdY pela sua partição raiz.
Pronto! Basta reiniciar seu computador.
Fonte:Viva o Linux
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Escrito por Wendell
Janeiro 15, 2008
“No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho…”
Esse é talvez o mais famoso poema do mineiro e conterrâneo Carlos Drumond de Andrade. Pelo menos é bem conhecido.
E é essa maldita pedra que vem infernizando meus dias. Desde o dia 7 de dezembro venho enfrentando uma litíase renal. Para quem não sabe do que se trata, clique aqui.
Enfim, devido a essa pequena pedra de 1 cm que é formada pelo acúmulo de sais de cálcio, ácido úrico, fosfatos, oxalatos, cistina e, eventualmente, outras substâncias como penicilina e diuréticos e que atinge cerca de 12% dos homens, tenho me ausentado aqui do blog. Confesso, a coisa dói viu!
Mas amanhã iniciarei meu tratamento e creio que em breve retornarei com força total.
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Escrito por Wendell
Janeiro 15, 2008
Enfim saiu a nova versão do KDE. Esse é o primeiro de tantos outros lançamentos em 2008 que prometem. Aliás, esse ano promete muito em relação ao Software Livre.
Ontem baixei a imagem do live cd do Kubuntu com o novíssimo KDE. Não farei aqui um relato detalhado nem técnico. Primeiro porque estou literalmente desacostumado com o KDE, segundo terei que reaprender a usá-lo, ainda mais em se tratando de uma nova versão.
A imagem tem pouco mais de 500 mb e foi baixada em três horas. O boot transcorreu normalmente, porém senti falta do bootsplash. Após o sistema ser carregado na memória pude brincar um pouco e conhecer as novidades. O processo de instalação segue o mesmo padrão, embora eu não esteja familiarizado com o Kubuntu, deu pra sentir o poder do novo ambiente.
A instalação durou quase 2 horas. Isso ocorreu devido o processo ter sido feito baixando pacotes de idiomas e configurações online.
No geral, apesar de ter perdido a familiaridade com o KDE desde que migrei para o Ubuntu, senti que a nova versão do gerenciador gráfico tem um futuro promissor, especialmente porque o time de desenvolvimento ousou e acertou. Gostei muito dos Plasmoides e acredito que com o amadurecimento e estabilização da versão, o KDE poderá num futuro dividir com o GNOME a minha preferência.
Tive alguns pequenos problemas, por exemplo, quando abri o terminal o sistema deu um erro. Nada demais, o aplicativo funcionou normalmente. Senti também que o ambiente não engasgou em meu Athlon XP, foi bem rápido, mas isso é difícil de medir tendo em vista não ter um parâmetro de verificação do que vem a ser mais rápido.
Resumindo, o KDE4 é bonito e simples. Em que pese a mudança de conceito em relação as versões anteriores, acredito muito que a nova versão será um sucesso, mas para isso há muito o que ser feito ainda.
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Escrito por Wendell